A prostituição de rua está presente na maioria das grandes cidades do país como Curitiba, Florianópolis, Belo horizonte, São paulo Salvador e várias outras regiões do país, os profissionais do sexo que atuam nesse ramo são mulheres, homens e travestis e transexuais.

Além de ser uma atividade cercada de preconceito, mitos e tabus, para encarar a rotina de trabalho nessa profissão, o indivíduo precisa ter muita coragem e um bom equilíbrio psicológico para lidar com diversas situações inusitadas.

Podemos afirmar que, trabalhar na prostituição é um grande desafio, principalmente, para quem é iniciante e sem experiencia. veja a seguir a dura realidade de quem vive nesse mundo.

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Prostitutas

Mas afinal, o que é prostituição de rua, e como ela funciona?

O termo prostituição de rua se refere aos trabalhadores do sexo que oferecem favores sexuais em esquinas, ruas e avenidas das grandes cidades do país.

Dessa forma, as pessoas que atuam nesse ramo ficam expostas durante a noite em ruas e avenidas a espera de clientes para um programa.

A maioria dos profissionais do sexo que trabalham dessa forma, são travestis e transexuais, ou seja, são pessoas que por falta de oportunidades melhores no mercado de trabalho formal, acabam entrando para essa atividade para pagar as contas e sobreviver.

Como é a rotina de trabalho das prostitutas de rua?

Segundo relatos de quem trabalha nesse ramo durante a noite, o grande perigo é a violência e a falta de segurança.

Além de sofrer na pele com a discriminação e o preconceito, os trabalhadores do sexo que atuam em ruas e avenidas a noite ainda tem que lidar com clientes bêbados e agressivos.

Por isso, é preciso ter muito equilíbrio psicológico para aguentar a dura rotina de trabalho na rua.

A violência é constante na rotina dessas pessoas, de acordo com alguns depoimentos de quem trabalha nessa atividade sexual, a grande maioria afirmam que já sofreu algum tipo de violência na vida noturna.

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Cobranças de propinas

As cafetinas, são pessoas que cobram valores indevidos das prostitutas, dessa forma, o trabalhador do sexo é obrigado a pagar o valor da diária para ter o direito de trabalhar nos pontos de prostituição.

Caso a pessoa se recuse pagar o valor exigido pelas cafetinas ela pode sofrer graves consequências como: espancamento, corte de cabelo, difamação, tortura psicológica com ameças e muito mais. 

Esse é um fato lamentável mas que acontece com muita frequência na rotina de quem trabalha nas ruas.

Com medo de sofrer represálias, muitas se calam e evitam denunciar os abusos cometidos pelas cafetinas e cafetões para as autoridades, com isso, a extorsão de valores indevidos continua sem qualquer punição.

Por conta disso, muitas garotas de programa e travestis estão migrando para a internet para trabalhar de forma independente e com mais segurança através de anúncios divulgados em sites de classificados adultos.

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